quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Super ecológicos, tênis New Balance sao 95% compostos de garrafas PET


Super ecológicos, tênis New Balance sao 95% compostos de garrafas PET 

 09:52 Se toda vez que você ouve falar de um produto ecológico, imagina algo rústico ou feio, terá que pensar melhor sobre isso agora - esses tênis da New Balance tem garrafas PET como base de 95% do seu total. Os outros 5% sao compostos de borracha, para o solado, isopor e cola solúvel em água. Cada pé do tênis usa 8 PETs recicladas, que sao transformadas em um tipo de material conhecido como Eco-fi. Veja mais detalhes no vídeo  abaixo. Com DesignTaxi06/10 Jacqueline Lafloufa

http://www.bluebus.com.br/show/1/106543/super_ecol_gicos_t_nis_new_balance_sao_95_compostos_de_garrafas_pet

ÁGUA DO CHUVEIRO PODE SER REUTILIZADA NO CONDOMÍNIO



Sistema de reuso pode reduzir em 30% a 40% o consumo mensal; alto custo ainda é obstáculo para aplicação em residências
Divulgação: AquaBrasilis
O sistema de reuso de água é bastante usado em indústrias e edifícios comerciais de grande porte, como este prédio em construção na Av. Faria Lima. Mas também pode ser aplicado em condomínios residenciais
Em casas, os custos da aplicação de um sistema de reuso da água são altos, pois não podem ser divididos entre diversos moradores. Mas, tecnicamente, é possível instalar a tecnologia em residências. Procure sempre pessoal especializado
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  • O sistema de reuso de água é bastante usado em indústrias e edifícios comerciais de grande porte, como este prédio em construção na Av. Faria Lima. Mas também pode ser aplicado em condomínios residenciais
  • O sistema de reuso usado pela AquaBrasilis trata a água do chuveiro, da pia dos banheiros e do tanque com bactérias que decompõem a matéria orgânica. Depois, a água é decantada e recebe cloro e tinta azul, para diferenciá-la
  • Em casas, os custos da aplicação de um sistema de reuso da água são altos, pois não podem ser divididos entre diversos moradores. Mas, tecnicamente, é possível instalar a tecnologia em residências.  Procure sempre pessoal especializado
  • Vista externa do sistema de reuso de água usado pela AquaBrasilis
  • A Casa Eficiente, desenvolvida em Florianópolis em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, foi criada para mostrar diversas tecnologias verdes aplicáveis a uma residência. O sistema de reuso de água está no lado direito
Existem diversas formas de economizar água. As mais conhecidas são reduzir o consumo e aproveitar a água da chuva. Mas também é possível aplicar tecnologias para tratar a água do chuveiro, da pia do banheiro e da lavagem de roupas e reutilizá-la no jardim e na limpeza de calçadas e carros. Trata-se da água de reuso, mais usada em empreendimentos comerciais ou condomínios.
Como ainda envolve custos elevados (a despesa com instalação gira em torno de R$ 20 mil) e exige manutenção feita por empresa especializada, a tecnologia é mais recomendada para edifícios ou conjuntos habitacionais, principalmente os que têm área comum grande, onde o sistema de tratamento possa ser construído sem atrapalhar os moradores. Além disso, nos prédios, o custo da instalação dos equipamentos é diluído entre as diversas unidades e cabe melhor no bolso.
A água de reuso permite economizar de 30% a 40% no consumo mensal, diz Sybille Muller, diretora da AcquaBrasilis, empresa pioneira da aplicação dessa tecnologia no Brasil. Segundo ela, o mecanismo tem ganhado novos adeptos, principalmente nos últimos dois anos, devido a um aumento da consciência ambiental e também do preço da água.
O sistema não aproveita a água usada em privadas e na pia da cozinha — essa vai diretamente para o esgoto comum, como acontece em qualquer imóvel. Já o chuveiro, o tanque de lavar roupa e as pias de banheiros são direcionados a um sistema de tratamento dos resíduos (o líquido sujo gerada neles é chamado de água cinza).
No caso da tecnologia usada pela AcquaBrasilis, uma gelatina natural composta por bactérias decompõe a matéria orgânica em até oito horas. Depois disso, o material passa por um tanque de decantação, onde recebe cloro e uma tinta azul, que ajuda a diferenciar a água de reuso da potável.

Cuidados

O engenheiro sanitarista e diretor técnico do Portal Tratamento de Água, Eduardo Pacheco, diz que a água de reuso exige cuidados muito complexos, que só devem ser realizados por empresas qualificadas. “Existe uma infinidade de contaminações que podem acontecer”, diz.
Na opinião dele, a primeira preocupação deve ser com a saúde pública, somente depois se deve pensar na sustentabilidade. “A pessoa não pode esquecer que está mexendo com produtos perigosos. Só de armazenar é um risco. Outro risco é tratar a água inadequadamente”. Por isso, o trabalho precisa ser feito apenas por pessoal habilitado.
Em geral, os condomínios que recorrem à água de reuso também aplicam outras tecnologias verdes, diz Sybille, e têm um projeto de sustentabilidade amplo, acompanhado por profissionais especializados. São empreendimentos novos, que já nascem com características sustentáveis. No entanto, a economia em contas de consumo no longo prazo pode compensar o investimento.

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Especial para o Terra

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Renda Extra e meio ambiente livre da poluição


Renda extra e meio ambiente livre da poluição

04 de outubro de 2011 às 14h05
O que você faz com o óleo de cozinha usado? Já imaginou o mal que faz ao meio ambiente quando você joga no lixo ou pelo ralo? A Regina deu um jeito de contribuir com a natureza e ainda ganhar dinheiro. Começou a fabricar sabão e a idéia acabou virando o sustento da casa. Vamos aprender com ela?

terça-feira, 4 de outubro de 2011

58% das empresas ignoram conceito de sustentabilidade

CAMILA MENDONÇA
DE SÃO PAULO

http://classificados.folha.com.br/negocios/984015-58-das-empresas-ignoram-conceito-de-sustentabilidade.shtml

Negócios que se dizem sustentáveis ganham pontos com o consumidor, e os microempresários sabem disso.
O que eles desconhecem, contudo, é o próprio conceito de sustentabilidade, aponta a primeira sondagem do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) sobre o tema, feita com 3.058 micro e pequenas empresas do país em agosto deste ano.
Do total de entrevistados, 58% afirmaram não ter conhecimento algum sobre o assunto. Ainda assim, 47% deles disseram que a questão representa oportunidade de ganho, e 79% pontuaram que ser sustentável atrai clientes.
A incoerência é "reflexo do pouco conhecimento [do empresário]", avalia o diretor técnico do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos.
"As empresas têm dado muita atenção à questão ambiental, mas a sustentabilidade também tem como base aspectos sociais e econômicos", diz o professor Clovis Armando Alvarenga Netto, coordenador do curso de ecodesign, da Fundação Vanzolini.
A sustentabilidade alia projetos ambientais a sociais (como oferta de cursos e outros planos que se destinam às pessoas da região da empresa) -que precisam auxiliar o empreendimento a gerar lucro. "Se não for assim, não será sustentável", reforça Alvarenga Netto.
Ze Carlos Barretta/Folhapress
Luiza Nizoli em espaço criado para funcionários com recursos gerados pela economia de papel e energia
Luiza Nizoli em espaço criado para funcionários com recursos gerados pela economia de papel e energia
Por acreditarem que o conceito está unicamente ligado à questão ambiental, empresários têm dificuldades de implantar práticas efetivas.
Na Apdata, de software, a tentativa foi barrada pela "falta de conscientização dos funcionários", afirma a presidente, Luiza Nizoli, 50.
Há seis anos, a empresa começou a adotar práticas simples, como redução de uso de papel, mas esbarrou na resistência da equipe, que teria de mudar hábitos. "As pessoas enxergam que a empresa quer ganhar [sozinha]."
CUSTO É EMPECILHO
Para ter um negócio sustentável, Luiz Cezar Pereira, 70, sócio da Enersud, fabricante de turbinas eólicas, construiu fábrica em Maricá (a 54 km do Rio de Janeiro) com nova estrutura.
Nela, há geração de energia eólica e solar, sistema de captação de água de chuva, telhas brancas (que reduzem o calor interno) e calha plástica (que beneficia a iluminação natural). O custo foi 40% maior, se comparado ao de uma estrutura convencional.
O retorno do investimento, diz Pereira, vem com o tempo. "Precisamos ser assim para nos apresentarmos ao mercado, e esse é hoje o nosso argumento de venda", explica.
Para muitos donos de empresas de micro e pequeno portes, porém, o custo é um dos maiores empecilhos para a implantação de projetos que aliem as três bases da sustentabilidade --ambiental, econômica e social.
"Ao rever processos de gestão, [o gestor] verá que há ações que não impactam o caixa", diz Claudio Albuquerque, diretor da ImparBrasil, consultoria em responsabilidade socioambiental.
Clovis Alvarenga Netto, da Fundação Vanzolini, concorda. "Existem iniciativas de curto prazo que podem contribuir [para diminuir custos, como redução do uso de papel]", sinaliza o professor.
Para especialistas, a falta de informação impede empresas de adotarem práticas efetivas, e a maioria reduz suas ações à troca de copo plástico por caneca e à economia de papel e energia. "É um primeiro passo", considera.
É o que acontece na Medilab, laboratório de análises clínicas. "Não temos muita opção [porque os custos aumentariam]", diz a gerente Kelsilayne Fraga, 34.
Quando a economia passou a ser revertida em benefícios para os funcionários, como sala com rede para cochilos, a adesão foi maior. Hoje a Apdata conta com comitê sobre o tema para tentar implementar novas práticas.
Diogo Shiraiwa/Editoria de Arte/Folhapress

Soluções vêm da natureza

Os produtos verdes surgem na indústria da construção civil, aliando tecnologia e cuidado com a natureza
A geração do concreto - marca o século XX e ganha maior dimensão a partir dos anos 1930 e vira estética nos anos 1960 -- está sendo posta em xeque. Hoje, cada vez mais a indústria da construção civil volta seu olhar para a vida do Planeta, em outras palavras: assimila o discurso de que o conceito de sustentabilidade deve ser posto em prática. E com urgência.

Não se pode negar a importância do concreto, que possibilitou a construção de grandes vãos cobertos, como aeroportos e outros equipamentos, simbolizando a abundância da sociedade moderna. Mas o eixo da história mudou e, hoje, o mundo vive sob o signo da precariedade.

Numa sociedade marcada pela produção em série e elementos descartáveis, que acabam comprometendo o meio ambiente, é necessário que sejam criadas tecnologias para aproveitar o que sobra e descobrir novos usos. A indústria da construção civil começa a aderir a práticas que unem preservação ambiental, economia e sem esquecer o aspecto social.

Demonstração de que produtos convencionais estão andando de mãos dadas com os verdes foi a 2ª ExpoConstruir, realizada em Fortaleza. Como verdadeiras ilhas, algumas marcas de produtos sustentáveis tentam escrever um novo capítulo da história da arquitetura e, consequentemente, das cidades.

Economia
Algumas alternativas às construções convencionais prometem economia de até 40% na obra. Telhas ecológicas, tijolos ecológicos estruturais, materiais para isolamento térmico e acústico fabricados com garrafas PET são exemplos de que materiais sustentáveis veem conquistando espaço tanto nos projetos de arquitetura como nas prateleiras das lojas especializadas.

A arquitetura moderna foi marcada pela sobriedade do concreto, a contemporânea vem sendo caracterizada pelo conceito de sustentabilidade. À primeira vista, ações como as realizadas pela Trisoft, empresa paulista, há mais de 50 anos no mercado, investe em produtos sustentáveis, a exemplo da lã de PET, parecem uma utopia.

No entanto, a produção é em grande escala. Leonardo Capasso, gerente de Marketing da Trisoft, fala das vantagens do produto, considerado 100% reciclado e reciclável. "Concorremos com a lã de vidro e rocha", observa, justificando: "em vez de retirar recursos da natureza, retiramos garrafas que contribuem para a sua poluição".

Diferencial
Há três anos a empresa enveredou pela linha de produção sustentável e não se arrepende. Hoje, constitui filosofia da direção, destaca, contabilizando que, até agora, foram consumidos 400 milhões de garrafas pet que poderiam estar jogadas no lixo.

A tecnologia merece ser difundida, admitindo que não existem muitas empresas que trabalham com lã de PET. "Só conseguiremos mudar o Planeta com atitudes que tomamos hoje". A indústria da construção civil e também os arquitetos recebem bem o produto. "Compramos a lã e transformamos em mantas ou placas com várias espessuras ou densidades".

A responsabilidade com a vida do Planeta é de todos, explica, considerando necessário equacionar "qualidade técnica e performance ambiental". Sem contar com o trabalho social que a empresa realiza.

"Compramos a malha feita de garrafa PET das cooperativas de catadores", revela, completando que após processamento se transforma em lã". O produto é usado em subcoberturas metálicas, forros e pisos.

Utopia
A utopia urbana acompanha a história da arquitetura e do urbanismo, surgindo a cada geração uma nova. Atualmente, existe o consenso de que o projeto deve contemplar o homem, seu espaço físico e a natureza. Aos poucos a indústria da construção civil vem respondendo ao apelo. Com esse pensamento, as telhas ecológicas produzidas pela empresa francesa Onduline tentam contribuir para a construção de mais um capítulo da história do urbanismo.

Não é aleatória a escolha de trabalhar apenas com papel que já foi utilizado. "O custo pode até ser maior, mas o produto ecológico traz um retorno para a natureza", sintetiza Ana Carolina Carpentiere, coordenadora de Marketing da Onduline no Brasil, cuja fábrica fica localizada em Juiz de Fora (MG).

A fibra de celulose obtida através da reciclagem do papel constitui a matéria-prima para a fabricação do produto. "O diferencial é a leveza da telha, sendo fácil de transportar e instalar, dispensando uma estrutura muito robusta", destaca.

Outra opção, de policarbonato, oferece proteção UV, sendo bem leve também. Além de proporcionar luminosidade, economizando energia. Um dos requisitos para completar a cadeia dos produtos ecologicamente corretos ou verdes é o respeito ao social. Assim, a Onduline realiza atividades sociais com algumas comunidades de Juiz de Fora, através do programa primeiro emprego, em um educandário que fica localizado próximo à sede da empresa.

"Os jovens fabricam os kits usados para a fixação das telhas". A aceitação é boa e a fábrica está no Brasil há seis anos, apresentando aumento de 20% a 25% por ano no mercado. "A agilidade na montagem representa menor tempo de obra o que significa economia". A vida útil da telha ecológica é de 30 anos.

Cerâmica
A revolução no campo da arquitetura ocasionada pelo concreto, pode ser considerada uma das marcas da arquitetura moderna, que permeou o século XX. Guardadas as devidas proporções, movimento semelhante está em andamento.

Desta vez, utilizando produtos naturais e seguindo a lógica do respeito à natureza. É o caso, por exemplo, dos blocos cerâmicos e dos tijolos ecológicos que podem ser utilizados como alternativa às construções convencionais.

Edvaldo Maia, assessor técnico da Associação Nacional da Indústria Cerâmica (Anicer), coordenou a execução de uma casa de 42 metros quadrados, padrão do programa "Minha Casa Minha Vida" em cinco dias. Diz que a utilização dos blocos cerâmicos pode representar economia de 30% no fim da obra. "Dispensa pilar. O bloco é a própria estrutura, cheia com concreto".

A casa sustentável propicia diminuição de material, conforto térmico e acústico, além de velocidade nos trabalhos da obra. Outra vantagem é com relação ao acabamento. O bloco cerâmico pode ser revestido com uma camada de 5mm de gesso, ficar sem pintura ou receber texturização direto sobre a parede. "Essas são algumas vantagens da alvenaria estrutural com bloco cerâmico", argumenta Edvaldo Maia.

Outra alternativa para a construção em série de casas, em especial populares, é representada pelos tijolos ecológicos e estruturais. A construção de uma casa de 50 metros quadrados, pela alvenaria convencional pode levar até 90 dias, com os tijolos ecológicos pode ser erguida em 45.

O tempo ganho representa economia no custo com a mão-de-obra, garante Marcelo Santos, diretor executivo da cerâmica Top Line, empresa que trabalha com kits de uma casa completa, seguindo a filosofia do faça você mesmo.

"Nosso tijolo não precisa ser queimado. Ele é prensado", esclarece, apontando como a primeira vantagem de usar o tijolo cerâmico ecológico modular, que dispensa a argamassa, sendo colocados um sobre o outro utilizando a cola branca.

O aspecto socioeconômico dos tijolos ecológicos é representado pela diminuição de até 40% no custo do valor da obra. "Qualquer pessoa pode fazer a sua casa", assegura, afirmando que uma pessoa que ganha um salário mínimo pode adquirir o seu próprio teto. Por esse sistema, é possível adquirir terreno e casa pagando R$ 72,00 / mês.

A laje da casa é feita por painéis construídos a partir de uma base de micro concreto. A construção dispensa os convencionais cal, areia e cimento.

IRACEMA SALESREPÓRTER

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1048324

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Programa social beneficiará a brasileiros que preservem meio ambiente

Brasília, 3 out (Prensa Latina) A presidenta Dilma Rousseff adiantou hoje que o programa Bolsa Verde beneficiará monetariamente a 73 mil famílias que contribuam a preservar o meio ambiente na floresta amazônica.

  Neste mês, o plano Bolsa Verde chegará a três mil famílias que habitam na Amazônia, a 18 mil antes de finalizar no ano e a 73 mil antes de concluir 2014, apontou Rousseff em seu habitual programa de rádio das segundas-feiras Café com a presidenta, ao comentar esse programa social, apresentado na semana anterior em Manaus, Amazonas.

Depois de indicar que seu governo tem o desafio imenso de acabar com a miséria no Brasil, a mandatária informou que na Região Norte habita 17 por cento dos 16 milhões 200 mil brasileiros que ainda vivem em condições de extrema pobreza.

Referiu que além da Bolsa Família -um plano de ajuda econômica para as famílias com menos de um dólar diário por integrante-, os núcleos dos assentamentos florestais e reservas ecológicas receberão os benefícios da Bolsa Verde por cuidar do meio ambiente.

Rousseff exaltou que o novo projeto social consegue um casamento entre a geração de renda e a conservação ambiental, porque combina as duas coisas para que o país continue crescendo, sempre de forma sustentável.

Interrogada sobre a forma em que o governo encontrará aos dois milhões 650 mil pessoas que vivem na miséria na extensa Região Norte (abarca os estados de Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), a mandatária respondeu que todos os integrantes do governo participam nessa tarefa.

Particularmente na zona norte, a Presidenta afirmou que as forças armadas atravessarão rios e bosques em busca dessas pessoas para incluir nas políticas sociais do governo.

Também mencionou que a detecção desses brasileiros constitui um dos objetivos do compromisso assinado pelos governadores desses estados e a União para a implementação do plano Brasil sem Miséria em seus territórios.

Rousseff destacou que seu governo trabalha para garantir qualidade de vida, acesso a serviços públicos e oportunidade de renda para todos os brasileiros, e assegurou que "estamos no caminho verdadeiro, mostrando que a distribuição de renda é um dos motores do crescimento da economia".

http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=352515&Itemid=1

Crianças arrecadam mais de 215 mil garrafas pet em Londrina



Alunos de 34 escolas e de quatro Centros de Educação Infantil (CEI) de Londrina conseguiram arrecadar 215.799 garrafas pet. A campanha faz parte de uma iniciativa em parceria da Secretaria Municipal de Educação e da Associação Brasileiras de Bares e Restaurantes de Londrina (Abrasel). O material será destinado à confecção da decoração de Natal do município.
Para comemorar o grande número de garrafas arrecadado, cerca de 200 crianças vão participar de um dia de convivência na Chácara Graciosa, na manhã desta segunda-feira (3).
Foram escolhidos alunos de escolas que mais recolheram o material, como a Escola Inez Corso Andreazza, no Vivi Xavier, que conseguiu 6.655. Outra unidade que teve um bom resultado gingana foi a Escola Sueli Idehira, no Aeroporto, com 5.936.
"Foi muito bom, uma maravilha. Arrecadar tudo isso em apenas vinte dias... foi um sucesso", comemora Jacqueline Piccolo Lanfranchi, coordenadora de projetos pedagógicos da Secretaria Municipal de Educação. Os alunos das escolas selecionadas ainda vão fazer visitas a bares e restaurantes da cidade.
A ação faz parte da Semana Solidária da Criança, promovida pela Abrasel - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Londrina, com apoio da Secretaria Municipal de Educação, em prol do Comitê Gestor do Natal do Amor.
http://londrina.odiario.com/londrina/noticia/498585/criancas-arrecadam-mais-de-215-mil-garrafas-pet-em-londrina/